Índice de serviço a clientes

Agosto 26, 2008

Fui a uma festa este final de semana, com entradas para o camarote. E no pouco tempo que fiquei lá, pude perceber uma grande movimentação de pessoas requisitando algo para beber e uma pequena quantidade de pessoas atendendo. Eram cerca de 200 convidados disputando míseros 4 garçons no bar, com uma imensa aglomeração e grande demora para pegar alguma bebida. Ao final, e também durante o evento, percebi muitos dos que estavam ali reclamando da ineficiência e da falta de prontidão do atendimento.

E fica a pergunta: Será que era realmente este tipo de comentário citado acima que gostariam de ouvir os organizadores do evento? Onde entra o planejamento para atender e satisfazer as necessidades destes clientes? Qual o índice de satisfação esperado ao final? Realmente existiu esta preocupação?

Devemos lembrar sempre que uma das maiores ferramentas do marketing para valorizar um produto é o “boca-a-boca”, que ao mesmo tempo pode levar multidões a buscar um produto ou destruir um império construído com muito suor e trabalho. Cativar o cliente é sempre uma forma não só de manter sua fidelidade, mas também de garantir que muitos outros tornem-se fiéis.

Portanto, nunca deixe de fora do planejamento este índice de serviço a clientes, seja qual for o empreendimento. Busque a equação certa, ou a mais próxima possível, de até onde pretende chegar para agradar seus clientes e como pode fidelizar o máximo possível. Não se pode agradar a todos, mas é dever de um bom administrador almejar isto, equilibrando ações e recursos disponíveis.

Parabenizo aos organizadores do evento pelo sucesso obtido, mas não podia deixar de ressaltar tal fato ocorrido.


O Código de Barras

Agosto 10, 2008

Sempre tive curiosidade de saber um pouco mais sobre este assunto, e creio que muitos também ainda desconhecem sua origem e também sua construção. Espero que gostem.

O código de barras surgiu nos Estados Unidos, em 1970, com o intuito de diminuir as filas e o processo de pagamento ficasse mais rápido. Ele ajuda o proprietário de um estabelecimento a ter mais controle do estoque e do que é vendido, pois as barras armazenam informações sobre o produto no computador. As barras estão em linguagem de computador onde cada uma representa um dos dígitos do sistema binário (0 ou 1), sendo que uma sequência destas representa os números de 1 a 9.

Ele é uma representação gráfica de dados, podendo ser numéricos ou alfanuméricos, conforme sua utilização. Sua decodificação (leitura dos dados) é feita por um scanner (aparelho que emite um raio vermelho), percorrendo todas as barras que compõe o código. Onde a barra for escura absorve-se a luz, e onde a barra for clara (espaços entre as barras) a luz é refletida novamente para o scanner, reconhecendo os dados ali representados. Todos os dados captados nessa leitura são compreendidos pelo computador e convertidos para em letras e/ou números legíveis.

O código EAN/UPC é um sistema internacional que auxilia na identificação inequívoca de um item a ser vendido, movimentado e armazenado, o mais conhecido e utilizado mundialmente é o EAN-13. A estrutura numérica do código (que geralmente ficam abaixo das barras) representam as seguintes informações:

Ex: 7898357410015 onde –
a) os 3 primeiros dígitos representam a o prefixo da organização responsável por controlar e licenciar a numeração no país no caso do 789 representam a GS1 BRASIL.
b) os próximos dígitos que podem variar de 4 a 7 representam a identificação da industria dona da marca do produto no exemplo acima é o 835741 (6 dígitos).
c) os dígitos 0001 representam a identificação do produto determinado pela industria
d) e o último dígito 2 é chamado de dígito verificador que auxilia na segurança da leitura.

No total o código EAN-13 deve ter 13 dígitos. Vale ressaltar que os números da empresa variam de empresa para empresa, os números que identificam o item variam de item para item e o dígito verificador deve ser recalculado a cada variação na numeração Existem outros tipos de códigos padrões para diversas aplicações.

Às 8:01 da manhã de 26 de junho de 1974, um cliente do supermercado Marsh’s em Troy, no estado norte-americano de Ohio, fez a primeira compra de um produto com código de barras. Era um pacote com 10 chicletes Wrigley’s Juicy Fruit Gum. No Brasil, seu início operacional deu-se na década de 80.

Adaptado da Wikipedia.